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Soares  Feitosa

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Titian, Three Ages

 

Fortuna Crítica

 
 

William Bouguereau (French, 1825-1905), João Batista

 

Carlos Augusto Viana

Clivânia Teixeira

Emílio Burlamaqui

Ergógiro Dantas

 

Helena Quental

Mantovanni Colares

Marco Polo Guimarães

Mário Pontes

 

Soares Feitosa

 

 

 

 

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Tintoretto, Criação dos animais

 

 

 

 

 

 

 

Mário Pontes


Depois de tudo o que já disseram sobre sua poesia sobrou pouco pra mim. Basicamente, é aquilo que já lhe disse pelo telefone, meu caro aedo, meu caro bardo, cantor telúrico (eu disse isso antes de ter lido a palavra na capa do volume) apesar dos ares citadinos, espontâneo apesar dos seus sinais exteriores de erudição.

Gosto mais de poetas largados do que desses minimalistasMário Pontes que tentam invadir nossas estantes com a palidez da constipação pós-moderna.

E mais do que isso não direi, porque não sendo crítico de poesia nem professor de literatura, ando fugindo do achismo e da tentação de perguntar por que fez assim e não assado. Sou apenas um apaixonado pela literatura e em particular pela poesia, que leio às carradas e também às carradas jogo fora, porque muito pouco do que se publica vale a pena guardar.

Mudo portanto de rumo, e digo que fico feliz por saber que do paese mio vem um poeta com tanta força de expressão. Portanto em termos de afinidades profundas temos pelo menos as dos mitos. 

Com admiração e a alegria pela amizade,

Mario Pontes 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Goya, Maja Desnuda

 

 

 

 

 

 

 

Clivânia Teixeira


Meu querido conterrâneo,

Quem dera pudesse eu ter palavras para elogiar sua proeza, um magnifico trabalho (Saramago) que transcende a técnica até pela intenção de realizá-lo.

Creio que o próprio Saramago ficaria, como eles portugueses dizem "ESTUPEFACTO" diante de sua própria obra vinda nesta embalagem fantástica de versos...

É neste ritmo que perdemos o fôlego...

Maravilhoso, obrigada pela lembrança

Quanto a minha escrita está como gosto de dizer na forma LATENTE...em breve quando escorregar para o papel envio para você.

Um grande ABraço

Clivânia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Goya, Antonia Zarate, detalhe

 

Ergógiro Dantas


Prezado Senhor Soares Feitosa,

Saudações,

É tarefa de fôlego longo (Saramago) versejar quem já em prosa nos brinda com pura poesia.

E devo reconhecer que é trabalho de belíssima cepa, e de poderoso resultado.                                                                

Receba, mais um vez, os meus mais sinceros cumprimentos. 

Atenciosamente, 

Ergógiro Dantas

 

 

 

 

 

Velazquez, A forja de Vulcano

 

 

Carlos Augusto Viana


Carlos Augusto VianaSoares Feitosa,

Excelente seu trabalho sobre o ritmo de Saramago em seu Evangelho. 

 

Abraços

Carlos Augusto Viana

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entardecer, foto de Marcus Prado

Marco Polo Guimarães


Caro Soares:

Chego de manhã na redação, nesta sexta-feira recifense ensolarada, e leio seu Arranjo, sobre texto de Saramago, mais sua argumentação sobre poesia & prosa. Que maravilha! Começo meu fim-de-semana com o pé direito. 

Muito obrigado e parabéns!

Grande abraço do amigo,

Marco Polo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entardecer, foto de Marcus Prado

 

Mantovanni Colares


Meu caro amigo, de quem estou em DÉBITO, por conta de nosso planejado almoço ainda não concretizado. Por essas felizes
coincidências da vida, quarta-feira fiz palestra na UFC e
encerrei adivinha com quem? Saramago, em poesia, colhida do
José Saramago, Nobel
seu indispensável Jornal de Poesia (uma que fala de tortura, sensacional...).

E hoje recebo essa pérola (Saramago), vou ler com muita atenção. E JÁ FICA MARCADO DE MODO INADIÁVEL ALMOÇO SEMANA PRÓXIMA, CERTO?

O abraço cordial do Mantovanni

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jean Léon Gérôme (French, 1824-1904), Bathsheba,

 

 

 

 

 

 

 

Emílio Burlamaqui


Fortaleza, 7 abr 97

 

Grão-poeta Soares Feitosa,

Em bilhete anterior havia adjetivado seus versos como trescalantes. 

Pois não é que chega, diretamente de sua generosidade, livro seu com a essência da poesia larga e portentosa e o incenso do sertão nosso!

Versos que nos alçam à esfera em expansão da fantasia! Sortilégio da imburana de cheiro nos trasladando a uma infância dormida, porém viva, que súbito veio à tona. 

Pela conjunção mágica de sonho e de mirra,

muito feliz e 

reconhecido

Emílio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Jean Léon Gérôme (French, 1824-1904), Consummatum est Jerusalem

 

 

Helena Quental


Rio, 12.08.98

Caro Feitosa

Recebi seu envelope surpresa com a homenagem a Octavio Paz. À altura do grande poeta estão seus poemas, principalmente A carnaubeiras de Catuana. 

Adorei as chagas nos pés de Filoctetes nordestino, do seu poema Nordestes, que São infindáveis; enquanto que as do amigo de Hércules só duraram dez anos. 

Um abraço da desconhecida amiga,

Helena

 

 

 

 

 

 

 

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