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Marcelo Ariel

marceloariel521@hotmail.com

Theodore Chasseriau, França, 1853, The Tepidarium

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Poesia:


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Fortuna crítica: 


Alguma notícia do autor:

  • Bio-bibliografia

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Gizelda Morais

 

Regina Sandra Baldessin

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marcelo Ariel


 

No Ultrasonho


Estamos dentro de um açougue chamado corpo
de um aquário chamado mesa ou cérebro tocando o ar nas árvores
através de um copo até tocar esse osso do oceano em nosso olhar
que finalmente se liberta de todas as sombras
Até da imitação das formas ( O mesmo olhar que se
revê sem imagem alguma na palavra VOCÊ)
Que é como a luz naquele museu sem forma do início.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marcelo Ariel


 

Endereço


os cemitérios são sóis apagados através de um terreno
baldio no hipocampo
com as outras sementes do supersono no centro
do------------------ :
Por isso convidamos todos para o final onde a parte
branca do olho vê Deus
Nonada ( o nosso nome foi o roubo das
transfigurações)
 

 

 

 

Eloí Elisabeet Bocheco

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Beatriz Alcântara

 

 

 

 

 

 

 

 

Delaroche, Hemiciclo da Escola de Belas Artes

 

 

 

 

 

Marcelo Ariel


 

Primeira Nadificação


A mente é mais do que o corpo e não dorme,
A alma é mais do que a mente e não pensa,
A vida é mais do que a existência e não vive
 

 

   

 

Maria Maia

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Eleuda Carvalho

 

 

 

 

 

 

 

 

Poussin, The Nurture of Bacchus

 

 

 

 

 

Marcelo Ariel


 

Queimar a Nuvem
para Floriano Martins

Cara Ana C.

Inútil o tempo gasto em reduzir o vivido (O essencial do, inclusive)
a uma ética para fantasmas que se renovam através da estratificação de falsos êxtases projetados no fracasso de um pacto que de modo algum exclui o fracasso da lucidez, se qualquer instante se revelava uma gestão onírica de tensões e silêncios insuportáveis sem nenhuma isenção bíblica e que se materializavam sempre como afastamento e opacidade ou suspenção e adiamento
do que poderia SIM ter sido a raiz quadrada do maravilhoso apesar do EU que não esteve em mundo algum ( VER o trunfo de Celan e Eliot Smith)...Que foi um mínimo sair de si como o pesadelo da cobra mordendo o próprio rabo para tornar igual o dentro e o fora e fazer do invisível mais do sua outra parte: o vôo-futuro fogo para a nuvem de enganos de quem fica te deu ao menos a volúpia ou o torpor da invisibilidade e do inexistido.

 

 

 

 

Rita Brennand

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Marina Leitão

 

 

 

 

 

 

 

 

Poussin, The Empire of Flora

 

 

 

 

 

Marcelo Ariel


 

Do Ser
Para Juliano Pessanha


Na suspensão das expectativas se estabelece uma corrosão de todas as objetividades em nome
desse reinado obscuro, POEMAS caem estagnados, mas a graça não atingida por nossos estilhaços.
 

 

 

 

Maria Georgina Albuquerque

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Cida Sepúlveda

 

 

 

 

 

 

 

 

Poussin, Acis and Galatea

 

 

 

 

 

Marcelo Ariel


 

Falsa Resenha
Para Cláudio Willer


herberto helder em sua POESIA TODA investiga a existência de uma voz que é audível internamente sendo 'Fora do som' uma água como o tempo, podemos ligar essa porta com a mão morta das parcas e iniciar a irradiação invertida da razão nas enormes ressonâncias escondidas nos fatos e outros pontos luminosos ocos que se vestem de pergunta e nomes.
 

 

 

 

Cissa de Oliveira

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Ana Peluso

 

 

 

25/02/2005