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Veja aqui o roteiro
de
como abrir um
franquia da
Biblioteca Cururu
Ao
convencimento de que a idéia de botar os livros para circular é
melhor do que encurralá-los, tudo ficará muito fácil, dois
pontos:
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A
etiqueta da Cururu: é muito
importante que todos os livros sejam etiquetados. Nem pensar em
rasgar a folha de dedicatória, pois o melhor é dar a idéia de
um livro vivo em vez de algo "clandestino".
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Emprego
aqui na matriz o modelo de 14 etiquetas por página. Pode
utilizar o Word. Veja aqui como ficou (evidentemente, você
colocará o seu nome e o seu email, a não ser que, não
querendo nominar-se, pode botar o meu mesmo, sem problemas):

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Se
amigo tiver dificuldades em elaborar a etiqueta, passe um email
para matriz da Cururu (soaresfeitosa@uol.com.br)
que lhe mandarei, via email, o arquivo em Word, exatamente para
14 etiquetas por folha.
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Basta
uma etiqueta por livro, bem na chamada "folha de
rosto", preferencialmente ao lado da dedicatória. Agora
vem a fase mais importante: o carimbo, no mínimo umas dez
carimbadas por exemplar:
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Este
livro pertence à Biblioteca Cururu
www.jornaldepoesia.jor.br/cururu3.html
Não
venda, não guarde, circule-o! |
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Bom,
com os livros etiquetados e carimbados, compareça a qualquer
local - Bibliotecas, faculdades, grêmios de poetas, colégios -
e faça a festa! Sabe de uma coisa, preferencialmente a
ambientes de não-leitores habituais de poesia (também!), por
exemplo, hospitais, repartições públicas, metrô, aeroporto,
estação do trem. Você vai ficar saudavelmente assombrado com
essa nova frente de leitores! Pessoas que, regra geral, nunca
receberam um livro de presente. Vale a pena formar um leitorado
novo!
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Fotos,
é bom ter fotos, mas não leve o poeta Rodrigo Marques, o
breve, como fotógrafo.
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Mande
o relato e as fotos para cá, a divulgar, cum laude, no
JP. Solte o verbo no mundo. Precisamos libertar os livros das
estantes!
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